01-nov-2014
Nem sempre o vinho mais caro ou considerado ícone é o que mais nos agrada - Divino Guia

 

 

 

01/11/2014 - 09:00:00
Bebidas> Vinhos > Degustação
 

Nem sempre o vinho mais caro ou considerado ícone é o que mais nos agrada

Meninas e meninos,Começo preguntando o que e mais importante, a bodega ter bons vinhos ou a bodega ter bons vinhos topo de gama?

Eu, pelo minha observação, fico com a primeira alternativa, pois via de regra, quando a linha de vinhos é boa, os topo de gama também o serão, mas, a relação preço X qualidade, na maioria das vezes se dá é na linha intermediária.

 

Degustei cinco vinhos da Família Cassone Bodega y Viñedos, e gostei de todos, mas os mais de entrada, se é que se podem chamar assim vinhos feitos com uvas de parreiras centenárias, me pareceram mais gastronômicos, mais fáceis de serem entendidos pela maioria das pessoas.

 

Sempre degusto pensando na harmonização e também em como as pessoas que não sejam tão treinadas no oficio de degustar vinhos os compreenderão.

 

Com esta Bodega foi assim, seu vinho Obra Prima Blend 2012, apresentado em avant première, um corte de 65% Malbec; 20% Cab. Sauvignon e 15% Cab. Franc surpreende pelo belo leque aromático, com muitas especiarias, um sutil floral, frutado gostoso, algumas notas de couro, em boca ótima acidez, sutil pimenta, especiarias doces como a noz moscada, o cravo, o pistache, confirmando o frutado elegante, bem equilibrado com 12 meses de barricas que surgem naturalmente em taça com algum tostado e chocolate com o passar do tempo.

 

Fácil de harmonizações, com carnes vermelhas fica ótimo, massas com molhos a bases de carnes, assados com mais gordura, queijos mais maduros, carnes de caça, enfim, bem amplo.

Não que seus tops Obra Prima Colecction e Obra Prima Maximus sejam menores, mas a elegância do Blend, esta fica na memória.

Seu rosado também é muito interessante, fresco, agradável, quase “doce”, com residual de 7g/l, mas equilibrado em acidez, não o torna adocicado, apenas a sensação em boca.

Frutado e floral, com cor bem mais para o salmão claro, é um rosado de Cab. Sauvignon.

 

Dos Tops, gostei mais do Maximus, devido sua acidez mais presente, corte de 66% Malbec; 17% Cab. Franc e 17% Syrah, passando 18 meses em barricas novas de carvalho francês.

A Bodega tem parreiras centenárias de Malbec, e de Cabernet Sauvignon quase centenárias, o que dá estrutura, complexidade e elegância aos vinhos que levem estas duas cepas.

Importante dizer que a Família Cassone tem uma filial no Brasil, onde podem ser adquiridos seus vinhos.

 

Visite o site: www.bfcbr.com.br

 

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão




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